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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Museus Russos- Jeniffer Carvalho e Larissa Nunes C4

    


Museu foi criado por Czar Nicolau II em 1898,o Palácio Mikhailovsky foi construído para o Grão-Duque Mikhail Pavlovich, filho de Paulo I.A coleção era constituída,cerca de 1.500 peças  do Museu Hermitage, e dos palácios imperiais.Será que todos os museus foram criados por Nicolau II?

    Logo vieram colecionadores privados, foi criado umas seções de antiguidades cristãs da Academia de Artes, incluindo ícones e esculturas, e com a doação de pinturas de Lobanov-Rostovsky,  Outras fontes iniciais importantes foram as coleções do Palácio de Alexandre em Tsarskoye Selo, de Nikolai Likhachev, e outras privadas menores. O Museu Hermitage continua em franca expansão nos tempos atuais e tem aberto novos espaços de exposição até mesmo no estrangeiro,inaugurado em 1764,é um dos maiores museus de arte do mundo e sua vasta coleção possui itens de praticamente todas as épocas.O palácio de Alexandre é um Palácio Imperial da Rússia. É lembrado principalmente como a residência favorita do último Imperador russo, Nicolau II, e da sua família. Fica situado no Parque de Alexandre de Tsarskoye Selo.Foi encomendado por Catarina, a Grande para o seu neto favorito, e futuro Imperador Alexandre I, por ocasião do seu casamento com a Grã-Duquesa Elizaveeta Alexeevna.
Academia de Artes da Rússia é a mais antiga e mais importante escola superior de artes da Rússia. Funcionou em São Petersburgo desde sua fundação em 1757 até 1947, e hoje está sediada em Moscou, tendo passado por várias reestruturações ao longo de sua história.O Palácio Stroganov  pertencia a uma das mais ilustres famílias da nobreza russa, célebre pelos altos cargos ocupados junto do governo e pelo amor às artes, sendo importantes mecenas na época e acumulando um acervo familiar que incluía obras de Anthony van Dyck, Nicolas Poussin, Claude Lorraine, Rembrandt e outros mestres, além de significativa reunião de medalhas, moedas e minerais.O Castelo Mikhailovsky , também chamado de Castelo de São Miguel ou Castelo do Engenheiro foi construído como residência para o Imperador Paulo I, pelos arquitectos Vincenzo Brenna e Vasili Bazhenov, entre 1797 e 1801. O palácio tem uma aparência diferente em cada um dos lados, uma vez que os arquitectos usaram os motivos de vários estilos arquitectónicos, tais como o Classicismo francês, o Renascimento italiano e o Gótico.
 Acreditamos que dois palácios foram feitos pelo Nicolau II,tem como o mais famoso o Museu Hermitage pela Catarina II da Rússia, a maioria dos museus foram feitos para as realezas como Homenagem e lembranças das épocas 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Russo

HISTORIA DO GOVERNO DE STÀLIN


Lukas, Isaías, Thiago

Josef Stalin (1879-1953) foi um político, revolucionário comunista e ditador antifascista.
A morte de Vladmir Lênin, em 1924, promoveu uma intensa agitação política no interior do Partido Comunista Russo. Afinal de contas, qual seria a liderança capaz de dar prosseguimento às conquistas iniciadas em 1917? Nessa época, dois participantes do processo revolucionário disputaram o governo prestigiando diferentes perspectivas de ação política. De um lado estava Leon Trótski, segundo homem da revolução com destacado papel militar; do outro Joseph Stálin, secretário-geral do Partido Comunista.
Trotsky acreditava que o ideário da revolução deveria ser propagado para outras nações, transformando a experiência russa no início de uma “revolução permanente”. Em contrapartida, Stálin tinha o objetivo de concentrar seu governo nas questões internas da Rússia, promovendo o “socialismo em um só país” e, só depois disso, promover a expansão revolucionária em outras partes do mundo. Em 1924, após a convenção comunista, os líderes bolcheviques optaram pelas propostas de Joseph Stálin.
Inconformado, Trotsky começou a apontar as falhas e riscos que o regime stalinista ofereceria ao processo revolucionário. Em contrapartida, Stálin empreendeu a subordinação dos sovietes às diretrizes do Partido Comunista. Paralelamente, criou mecanismo de repressão política com a criação da GPU, polícia política encarregada de combater os críticos de seu governo. Tendo seus poderes ampliados, Stálin prendeu, exilou e executou todos os seus opositores.
Depois de ser condenado ao exílio, Trotsky continuava a criticar as ações stalinistas, acusando o novo líder russo de ter “prostituído o marxismo”. Mesmo fora de seu país, Trotski foi perseguido como uma séria ameaça aos planos stalinistas. Em 1940, um agente da GPU deu fim às contundentes críticas troskistas ao assassinar o incendiário intelectual no México. Com isso, o poder de Stálin não teria dificuldades à definitiva ampliação dos poderes do Estado soviético. 
A política econômica de Stálin empreendeu a coletivização das propriedades agrárias com a criação dos sovkhozes (propriedades estatais) e os kolkhozes (propriedades coletivas). Além disso, incentivou o desenvolvimento de indústria de base a partir do financiamento dos setores de educação e tecnologia. Tais ações eram orientadas pelos chamados planos qüinqüenais, que orientavam em médio prazo as diretrizes essenciais da economia russa.
No campo da política externa, Stálin recebeu apoio internacional de diversos partidos comunistas espalhados pelo mundo. Com isso, as diretrizes políticas dos movimentos comunistas de várias nações foram orientadas pelo “Komintern”, congresso que discutia as questões do comunismo internacional. Em 1934, a entrada da União Soviética na Liga das Nações indicou o reconhecimento político das nações capitalistas.
No contexto da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), o regime stalinista teve que combater a oposição dos regimes nazi-fascistas contrários ao comunismo e o socialismo. Tendo decisiva participação nos destinos deste conflito internacional, o governo soviético se consolidou no cenário político estabelecendo várias zonas de influência política, ideológica e econômica com a instalação da ordem bipolar.
Ele governou a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e definiu os rumos do país de 1922 até a sua morte.

Folclore Russo - Jeniffer Eidelwein


            

Lendas e Folclore Russo

As lendas folclóricas russas são muito antigas ,muito da mitologia eslava se perdeu quando da ascensão do cristianismo como principal religião popular mas nos ultimos tempos os pesquisadores estao tentando redescobrir todo o cenário mitológico dos antigos povos eslavos, dos quais os russos são descendentes. 



Aqui citamos alguns nomes de personagens de lendas do folclore Russo como Babá Iagá é uma das personagens que mais aparecem nas fábulas Russas.Ela costuma ser retratada como dona de um chalé de madeira apoiado em pés de galinha ou tambem como guardiã do caminho para um bosque selvagem para o qual não deixa ninguém passar.

Eles gostam muito de citar as danças Russas. A Russia possui um a variedades de costumes, isso reflete muito na dança do país que apresenta muitas vertentes.Hoje além de manter seu sucesso no ballet a Russia continua a encantar com suas danças folclóricas que fazem parte da cultura nacional do paoís como:Troika,berioska,kalinka.






Por tanto concluímos que o folclore da Rssia é bem diverso, tem lendas, fábulas, hitorias, conto de fadas e muitas danças, todos são muito interessantes e valem muito apena pesquisar mais profundamente sobre o folclore do povo russo.










historia de São Petersburgo Guilherme Souza, Thomas mendes



São Petersburgo



São Petersburgo é a segunda maior cidade da Rússia, politicamente incorporada como uma cidade autônoma (ou cidade federal). Ela está localizada ao longo do rio Neva, na entrada do Golfo da Finlândia, no Mar Báltico.
São Petersburgo foi fundada pelo czar Pedro, também por ordem de Pedro I. em 27 de maio de 1703. Entre 1713-1728 e 1732-1918, São Petersburgo foi a capital do Império Russo. Em 1918, as instituições da administração central mudaram-se de São Petersburgo (então denominada Petrogrado) para Moscou. Com 5 milhões de habitantes (2012) é a quarta subdivisão federal mais populosa do país. A cidade é um grande centro cultural europeu e também um importante porto russo no Báltico. Já a construção de São Petersburgo fazia parte da estratégia de Pedro I de ampliar os contatos da Rússia com a Europa Ocidental (uma marca de seu reinado) e também garantia um acesso privilegiado ao Mar Báltico. Pedro I ordenou que a construção de São Petersburgo fosse realizada a partir de modelos como os de Londres e Amsterdã (locais que Pedro havia visitado ao longo de sua vida). Isso foi uma característica marcante de Pedro I, que ficou conhecido por ter realizado reformas culturais para europeizar a Rússia


A partir de 1712, a cidade transformou-se na capital do Império Russo, e a estrutura de governo e a corte foram transferidas para a cidade no ano seguinte. A transferência aconteceu alguns anos após uma importante vitória na guerra contra os suecos (Batalha de Poltava). A ação de Pedro de forçar milhares de pessoas a se mudarem para a nova capital fez com que a cidade tivesse 50 mil habitantes em 1725. Apesar de sua grande importância para a história russa, São Petersburgo ganhou dimensão internacional a partir de importantes eventos que aconteceram naquela cidade ao longo do século XX. Os destaques sobre a cidade nesse período iniciaram-se com a mudança no nome da cidade a partir de 1914.


Referencias

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/historia-sao-petersburgo.htm
Data: 22/06/18

Melhores filmes russos - Luiza Faria e Talia

O cinema russo deu os seus primeiros passos bem antes do aparecimento da geração de cineastas que daria forma e conteúdo progressista e elevaria a produção cinematográfica das repúblicas socialistas soviéticas unificadas à categoria de grande arte. Em 1897, favorecidos pela política desenvolvimentista do czar Nicolau II, os primeiros filmes realizados no país começaram a ser exibidos em São Petersburgo e em Moscou para plateias de antigos aristocratas e novos burgueses. Em pouco tempo o cinema cairia no gosto do grande público, sabendo-se que até 1917 mais de dois mil filmes haviam sido produzidos na Rússia czarista, muito embora o número de cópias conhecido hoje seja inexpressivo – cerca de três centenas apenas. 

O Encouraçado Potekim: Baseado em fatos reais, conta peculiaridades da Rússia czarista, que, em 1905, viu um levante anteceder a Revolução de 1917. Estamos no navio de guerra Potenkim, com marinheiros cansados de serem maltratados, comendo carne estragada pensando que ela estava perfeita. Alguns marinheiros se recusam a comer e, então, os oficiais ordenam a execução dos “desertores”. A tensão aumenta e a situação perde o controle.

Ivan, o Terrível - Parte I: Em 1547, Ivan IV (1530-1584), arquiduque de Moscou, se auto-proclama o Czar de Rússia e se prepara para retomar territórios russos perdidos. Superando uma série de dificuldades e intrigas, Ivan consegue manipular as pessoas destramente e consolidar seu poder.

Andrei Rublev:Biografia poética do pintor de ícones medieval Andreiv Rublev, que viveu durante o turbulento século 15 na Rússia, período marcado por lutas sem fim entre príncipes rivais e por invasões tártaras.

O Espelho: Um homem em seus últimos dias de vida relembra o passado. Entre as memórias pessoais da infância e adolescência, da mãe, da Segunda Guerra Mundial e de um doloroso divórcio, estão também momentos que contam a história da Rússia numa mistura de flashbacks, tomadas históricas e poesia original.

Um Homem com uma Câmera: Cinegrafista viaja documentando cenas da União Soviética no começo do século 20, mostrando cenas urbanas, do cotidiano e da intimidade de seus cidadãos. 





Referências:


Rosas , Ronaldo - Cinema e arte russa - 2018 - http://www.vermelho.org.br/noticia/306703-1 - acesso em: 22/06/2018

Melhores Filmes - https://www.melhoresfilmes.com.br/filmes/o-encouracado-potekim

A Violência contra a mulher na Rússia - Carolina Nunes e Bianca Figueira C4 noite

Mulheres russas que são vítimas de abuso doméstico são forçadas a pagar multas para seus agressores, revela uma nova campanha realizada por ativistas no país. A “punição” é direcionada às esposas que possuem contas bancárias compartilhadas, e é possível depois de autorizadas algumas emendas polêmicas na legislação da Rússia , que acabaram por despenalizar formas diversas de violência contra mulheres.

Com as mudanças na lei aprovadas em janeiro deste ano,  os homens que agridem namoradas, esposas e filhos não são penalizados se não houver ocorrência de ossos quebrados. Ou seja, mesmo com hematomas, hemorragia, violência psicológica e emocional, os agressores são “perdoados” legalmente. Como se não bastasse, a nova legislação russa pune a violência contra mulheres apenas com a prisão por 15 dias ou com o pagamento de uma multa de cerca de R$ 1,5 mil – se as ocorrências não aconteceram mais de uma vez no ano. Antes das mudanças, os agressores eram condenados a pagar dois anos de prisão.

E a situação é ainda pior para algumas mulheres. Mulheres estão sendo obrigadas a pagar pela fiança/multa de seus agressores se eles não pagarem. Isso mesmo: em caso de o casal ter conta bancária compartilhada, a Justiça russa tem condenado as vítimas a arcarem com tal conta.

Estatísticas oficiais mostram que os casos de abuso doméstico estão diminuindo no país, mas isso não acontece porque se tem feito muitas coisas a favor das vítimas. E sim porque muitos casos são simplesmente arquivados. As alterações na lei passaram uma mensagem às vítimas de que buscar ajuda das autoridades é inútil, e aos agressores de que é a coisa certa a fazer.

É uma situação comum que a mulher pague a multa do agressor. Ela também acrescenta que, de acordo com a lei, a mulher precisa pagar se ela e seu marido compartilham uma conta bancária familiar comum. E que, na verdade, o homem obriga que a mulher pague porque ele acha que é ela que estava errada ao reclamar ou porque não tem dinheiro suficiente.







Na Rússia, vítimas de abuso doméstico são obrigadas a pagar fiança do agressor

Rússia e o Terrorismo-C4, Murilo e Alexandra


   

     


No tempo dos czares, a Rússia enfrentou Napoleão. Na era soviética, combateu Hitler. Na Guerra Fria, mediu forças com os Estados Unidos. É um país que já viveu grandes adversidades e agora quer manter longe a ameaça do terrorismo durante a Copa. Mas esse não é o único perigo.

O terrorismo é um velho conhecido na Rússia, onde as guerras da Chechênia e do norte do Cáucaso alimentaram desde o fim da União Soviética uma unidade selvagem e uma violência indiscriminada por parte de grupos armados islâmicos. O sequestro de centenas de reféns no teatro de Dubrovka de Moscou em 2002 e em uma escola em Beslan (Ossétia do Norte) em 2004 por terroristas, terminaram em massacres. O fim dessas guerras parecia ter diminuído a ameaça terrorista na Rússia, mas a participação de suas tropas nos bombardeios na Síria voltou a despertar o monstro. A Rússia, apesar de ser um país que ainda enfrenta o desafio pendente de consolidar uma democracia e ter um Estado de direito muito precário por causa do estilo autocrático de Vladimir Putin, é central no difícil equilíbrio internacional afetado pela guerra na Síria. Com sua participação desde setembro de 2015 nos bombardeios contra posições rebeldes, inclinou a balança a favor do regime de Bashar al-Assad. Promove, além disso, em necessária cooperação com a Turquia e o Irã, uma iniciativa de trégua e evacuações de civis que, depois de seis anos de guerra brutal, deveria desembocar em negociações de paz.

São Petersburgo é a última incorporação à sinistra lista de cenários do terror que está desafiando a democracia no mundo e torna-se, portanto, o novo campo de provas para uma resposta baseada no Estado de direito, na investigação, na cooperação policial e nas armas da lei e da razão. Em comparação com as reações anteriores desmesuradas da Rússia como a repressão após o sequestro do teatro de Dubrovka (a maioria dos 170 mortos foi vítima de uma substância química usada pelas forças de segurança) ou da escola de Beslan (330 mortos, metade eram crianças), o mundo precisa de uma Rússia mais democrática, mais comprometida com um cenário de paz e respeito mútuo entre as potências. A diferença entre os terroristas e os regimes democráticos está, precisamente, na correta aplicação da força.Por isso, a Europa e o mundo democrático se unem à Rússia contra o terrorismo e na defesa de uma convivência pacífica de todas as ideias. Qualquer ataque ou ameaça só pode ser condenado e acompanhado pela solidariedade.